terça-feira, 26 de outubro de 2010

Desgraça pura...

Faltava pouco para terminar o terceiro livro da série Territórios, mas li e reli e não dava para continuá-lo. Os laços acabaram se perdendo em meio a tantos acontecimentos paralelos e alguns que acabaram fazendo a história perder o rumo. Por isso, apaguei tudo e recomecei.

Espero que dessa vez a história tenho uma fluidez mais dinâmica.

Abraços

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Fim de semana no Hopi Hari: Diversão ou Irritação??



Boa tarde leitores queridos,

Ontem (domingo) fui no Hopi Hari para um domingo de diversão e pasmém. Tudo não passou de um dia de filas.
Logo que chegamos, uma enorme fila para o estacionamento nos aguardava. Esperamos pacientemente até que depois de quase uma hora e meia, se não mais, conseguimos estacionar o carro.

Corremos até o Hopi Hari (todos estávamos apertados) e chegando lá quase tive um troço. Uma multidão aguardava para comprar bilhete e uma maior ainda para conseguir passar das catracas. Mais uma hora na fila até conseguirmos entrar no Hopi Hari. Lá dentro, como já era de se esperar, filas e mais filas de pessoas formavam um imenso desenho de fitas com nós, remendos e algumas pequenas discussões. Já de costume, a fila do banheiro feminino existia e ia longe, a do masculino, como raras vezes vi acontecer formava uma pequena fila. Para minha sorte, já tinha tirado água das canelas antes de entrar no parque.

Depois de todos já desapertados, fomos comer. Mais uma fila. Pelo menos uma hora perdemos até conseguirmos fazer o pedido. Engolimos o hamburguer e a batata frita que estavam muito gostoso e fomos para os brinquedos. Decidimos ir para o SPLESH. Uma fila de mais duas horas nos aguardava lá. Pouco a pouco, em passos míudos, a fila andou e após duas horas de espera, brincamos numa atração de menos de um minuto.

Saindo do SPLESH molhados da cabeça aos pés, corremos para a montanha-russa. Achei que tinhámos traçado o pior início de caminho para ir nas atrações do parque, mas depois do que vi, agradeci por termos escolhido o caminho certo.

A fila da montanha-russa tinha nada menos do que três horas de espera apenas para chegar na porta do brinquedo. Mais para dentro, uma enorme serpente feita de pessoas serpenteava até finalmente chegar no brinquedo. Não faço idéia de quantas pessoas estavam na fila, mas eram muitas. Andamos até de maneira rápida, mas duas horas e meia passaram-se até finalmente chegarmos na ponte. Bom, aí vocês devem pensar que finalmente fomos no brinquedo, mas não. A ponte era só uma ilusão. Ela descia numa escada para baixo da montanha-russa ziguezagueando e fazendo eu perder a paciência. Ainda ficamos firmes (embora o frio fizesse o corpo tremer, a perna doer e o joelho ranger), mas por fim nos demos por vencidos. Os carrinhos quebravam e uma longa pausa era dada até que finalmente eram arrumados. Para "melhorar", eles disponibilizaram um carrinho para as pessoas irem de costa na montanha-russa e outro para elas irem de frente. As duas filas cresciam, mas enquanto a fila para o carrinho que descia de costas crescia em progressão aritmética, a fila para o carrinho normal crescia em progressão geométrica elevada ao cubo.

Desistindo, ainda tentamos ter fôlego para mais um brinquedo. Não houve fôlego suficiente e fomos embora. Um fim de semana de diversão no hopi hari passou a ser um fim de semana de cansaço, stress e irritação.

"Se for para pegar fila, melhor ir a um banco."

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Terra dos Monstros: O Mestre Rosenhawer

Bom dia a todos,

Em algum post publicado anteriormente, eu falei sobre o meu livro Territórios: O Cinturão de Fogo que está em processo de análise pela editora. Ainda estou aguardando a resposta e juro por deus que a espera está me matando...

Outra série que comecei a escrever, na verdade esta está bem no começo mesmo, chama-se Terra dos Monstros. Ela conta a história de monstros que vivem entre nós e de uma organização especial para exterminá-los. O primeiro livro chama-se O Mestre Rosenhawer. Abaixo segue o prefácio do livro. Espero que gostem e comentem para que eu tenha um feedback e possa assim deixar o livro mais interessante. Obrigado

"Já era noite. Um aglomerado de pessoas esmagavam-se contra o vagão do metrô ainda com as portas fechadas. O sinal tocou e a movimentação intensificou. Bolsas, guarda-chuvas, até mesmo mala voaram por cima das cabeças dos passageiros acertando o ombro, o nariz ou o ouvido de algum desavisado. As pessoas ainda empurram tentando entrar no metrô quando o sinal tocou avisando do fechamento das portas. Violentamente, as portas fecharam com um estalo ritmado. Mais um toque e o metrô partiu deixando para trás um vácuo de silêncio que só foi interrompido com um grito estridente e apavorado de uma mulher de meia-idade apontando, com o rosto coberto em lágrimas e o olhar desesperado, para os trilhos.
Mais pessoas acompanharam o desespero da mulher quando olharam para onde a mulher apontava e gesticulava em completo desespero. Aquelas de estômago mais fraco tiveram sua última refeição expelida através de sua goela. Um homem quase desmaiou apoiando-se na parede com a mão bamba. Uma senhora perdeu o ar e caiu de rosto no chão quebrando sua dentadura.
Percebendo o alvoroço que se instalava na plataforma, três seguranças correram na direção do foco daquela inquietação. Apreensivos, eles abriram caminho empurrando as pessoas até finalmente chegarem a mulher de meia-idade ajoelhada no chão, quase caindo da plataforma, soluçando. Ela tremia selvagemente. Um dos seguranças viu o que estava assustando as pessoas e a visão o afetou drasticamente. Ele segurou no braço do outro segurança e sua visão chegou a ficar turva. Um garoto com o estômago aberto, os músculos expostos numa tonalidade cinza-esverdeado, os olhos saltados da órbita e o pé esquerdo decepado. O segurança vomitou enquanto os outros dois gritaram pedindo ajuda desesperadamente."

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Antes "amigo da onça" e agora também "amigo do crocodilo"!!!

Boa tarde a todos,

Quem nunca ouviu a expressão "Amigo da onça"?
Bom, provavelmente qualquer um já tenha escutado e também tenho conhecido algum amigo-da-onça. Contudo, amigo-do-crocodilo nunca ouvi falar.

O vídeo abaixo explica muito bem.

Vídeo Amigo-do-Crocodilo

O vídeo é de autoria da BBC.

No vídeo é contado a história de um homem que é amigo de um crocodilo há mais de vinte anos após ele ter salvado a fera. Com um amigo desses, duvido que alguém queira ser inimigo dele.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Esconderijo

Boa noite a todos,

Hoje é sexta-feira e não poderia existir um dia melhor para escrever no blog do que hoje. Pois é, se você acha que sua vida é uma merda...que tudo está indo para o lixo...talvez seja interessante que você leia a notícia no link abaixo.

Roubo acaba em caminhão de lixo

Pois é, queridos leitores. Depois dessa notícia me senti até melhor.

Um ótimo fim de semana para todos.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Vida de operário




Booa noite, queridos leitores.

Quem convive com o dia-a-dia do operariado sabe das dificuldades que eles passam na sua rotina. Contudo, a coisa está tão braba, que até mesmo um integrante do stormtrooper foi visto andando de trem pela cidade de São Paulo. É a crise mundial influenciando no estilo de vida das pessoas.

Antes, acostumado com motos voadoras e aeronaves, o integrante do stormtrooper agora tem que andar de trem...

Agora que tal pegar o trem no horário de pico? O trem na estação Guaianazes às 06:30??? Esse é o lado negro da força

Um grande abraço para todos e um ótimo fim de semana!!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Territórios: O Cinturão de Fogo

Boa noite a todos os leitores,

Começo do ano estava meio entediado e muitas coisas aconteceram que apenas aumentaram o 'tédio'. De repente, comecei a escrever uma história que me veio na cabeça. Achei que não passaria de uma ou duas folhas. Quando notei, mais de trinta páginas já estavam escritas e a partir daí a história fluiu facilmente. Resolvi então embarcar nesse novo mundo: O mundo literário.

Confesso que escrever é uma das minhas paixões, mas nunca imaginei conseguir escrever um livro, quanto mais uma série. Pois é, as palavras foram aparecendo e o livro foi tomando forma.

Tendo o livro pronto, fui atrás de editoras que tivessem o interesse em publicá-lo. Aí o que faltou foi paciência e me informar um pouco mais. Acabei mandando loucamente o livro para várias editoras. Depois de uma conversa com minha namorada e meu cunhado, fui registrar o livro. Felizmente tudo correu bem e consegui o registro do livro.

Dica para os novos autores: REGISTREM O LIVRO. Mesmo que não enviem para editoras, mas ao ser escrito, o livro passa a ser uma criação. Um sentimento de você ter escrito, ter produzido um livro é indescritível. Deve ser como todo criador se sente em relação a sua criação. E é um prestígio que você dá ao seu livro quando o registra.

Territórios: O Cinturão de Fogo é apenas a primeira obra da série. Foi escrito em menos de uma semana numa verdadeira maratona que intensificou minha tendinite e meu incômodo nos olhos. A idéia fluiu e me diverti muito escrevendo. No início, seriam cinco livros. Contudo, com novas idéias pipocando na minha cabeça, mais um livro foi acrescentado a série. Atualmente estou terminando o terceiro livro e posso garantir que as aventuras só aumentarão com o decorrer da história.

Abaixo segue uma pequena sinopse do primeiro livro da série e a versão de capa feita por Andréa de Melo(deasigner@hotmail.com).

"Alf é apenas um garoto normal, estudando numa escola normal, vivendo num mundo normal. Contudo, uma tempestade e uma súbita sonolência alavancam Alf para um mundo de aventuras e batalhas intensas. O mundo: um continente dividido em porções de terra denominadas Territórios. Cada Território possui um governante intitulado Marquês. Uma grande guerra está explodindo quando Alf acorda numa cama confortável num castelo.
Neste novo mundo, Alf faz novas amizades e aprende sobre Espíritos, entidades elementais que emprestam seus poderes à seres humanos merecedores através de pactos. Um General avança com suas tropas sobre o Território do Fogo e Alf deve combatê-lo. Embarque nesta aventura alucinante com guerras, amizades e lágrimas. Assim é Territórios: O Cinturão de Fogo."


(Pré-capa Territórios: O Cinturão de Fogo)

domingo, 5 de setembro de 2010

Na fila do mercado

Boa tarde leitores,

Hoje vou contar um caso "engraçado" que aconteceu comigo. Não é engraçado no sentido da palavra. É mais no sentido de incomum.

Acordei de madrugada por conta de uma insônia que vem me perturbando já alguns dias. Lógico que com todo o meu típico mau-humor de insônia não consegui mais pegar no sono. Então vim para o computador mexer na internet. Quando menos notei, já era de manhã e minha barriga começou a roncar. Fui até a geladeira para ver se tinha alguma coisa para comer. Procurei, procurei e não achei nada que desse vontade de comer. Decidi então que iria comprar um sonho no supermercado aqui perto de casa.

Troquei de roupa e em menos de cinco minutos já estava no caminho. A cidade estava bem tranquila. A rua estava vazia, coisa muito difícil de se encontrar numa capital como São Paulo. O céu nublado era o sinal de que o tempo esfriaria. Quando cheguei no supermercado, foi o perfeito contraste com a cidade naquele momento. Filas para pão. Filas nos dois únicos caixas funcionando. Até fila para pegar carrinho. Vendo todo aquele alvoroço, até me arrependi de ter saído de casa só para comprar sonho. Andei rápido para o balcão. Outras sete pessoas esperavam uma mulher que tentava pegar um sonho com uma mão enquanto segurava o celular pressionando-o contra seu ouvido com a outra mão.

Após uma longa espera, finalmente peguei meu sonho e parti para a fila do caixa. Para minha infelicidade, a fila do caixa estava ainda maior do que a do sonho. Carrinhos de compras lotados congestionaram as duas filas. E eu, apenas com meu sonho, teria que aguardar.

Na minha frente, uma senhora esperava pacientemente sua vez. Ela segurava uma cesta de compras com enlatados, pão, algumas verduras e frutas. Ofereci segurar a cesta para ela, mas educadamente ela recusou. A partir daí, a senhora começou a conversar comigo. Na verdade, foi praticamente um monólogo. Ela falou e eu ouvi. A senhora se chamava Antônia e há poucos dias perdera um neto num acidente de carro. Ela falou que o neto se parecia muito comigo me deixando encabulado. Quando sorri, ela derramou uma lágrima. Ao me ver preocupado, ela sorriu e disse que seu neto sorria como eu. Então comecei a perguntar para a senhora como era o neto dela e ela me falou que ele era um bom garoto, tinha uma boa profissão, embora ainda estivesse começando. Ela me falou que ele estava noivo de uma garota que ela adorava e que partia o coração dela ver o sofrimento da garota após a morte do seu neto. Nessa hora, a senhora já não segurava mais suas lágrimas. Ela chorava mas suas palavras continuavam saindo firmes.

Quando finalmente chegou a vez dela no caixa, ela segurou minha mão com força e agradeceu. Disse que iria rezar para que eu vivesse bastante (espero que isso realmente aconteça) e que pudesse ter tempo para aproveitar a vida. Então a senhora foi embora com seus passos curtos e rítmicos. Paguei meu sonho e voltei para casa. Estou até agora com aquela senhora na cabeça. A infelicidade dela de viver e ver seu neto morrer me deixou pensativo. Infelizmente a vida. às vezes, nos tira pessoas muito antes delas se tocarem que estão vivendo.

Por isso é bom aproveitar ao máximo tudo que a vida nos oferece.
Um bom feriado a todos.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Da série: "Coisas que só acontecem na China"

Imagine você, querido leitor, andando despreocupadamente pela rua, quando de repente...você se depara com um rapaz quase raquítico puxando uma carroça. Até aí, nada demais, não? Pois agora imagine que a carroça do rapaz não esteja vazia. Alguns objetos estão pendurados e amarrados para evitar que caiam pela rua. Ainda nada demais, não? Agora imagine que os objetos são cadeiras de vários tipos. Bom, já é um pouco mais difícil de imaginar, não? Pois bem. Agora não adianta nem eu tentar explicar para você o último detalhe porque é impossível de se imaginar. Apenas com foto podemos pensar e ainda assim com desconfiança.




Bom. Provavelmente o garoto vai dar festa para os familiares e estava faltando cadeira para alguns membros e ele foi buscar. Só na China para algo assim acontecer.

Um grande abraço para todos e um bom feriado.